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Imagine Louis Tomlinson | O Sócio Do Meu Pai

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O quão maravilhoso é ir visitar seu pai no trabalho em um dia entediante? Nada maravilhoso, provavelmente o tédio só aumentará.
Mas então, o quão maravilhoso é ir visitar seu pai no trabalho em um dia entediante e descobrir que o sócio dele é mais gostoso do que seu personal trainer? Super maravilhoso, principalmente por ser homem e não resistir ao seus encantos.
Um tempo depois desse dia estávamos namorando e transando loucamente dentro da sala de seu escritório na empresa do meu pai.
Não poderia ser melhor.
Hoje é mais um dos dias que eu vou à empresa sem avisar, eu amo fazer surpresa, principalmente para o Louis que sabe que eu só irei embora depois que ele me jogar sobre sua mesa e fazer o seu melhor trabalho.
Podem até me achar mimada, e eu sou, mas é por que desde que nasci tenho tudo o que eu quero, então não pode ser diferente agora.
Assim que a porta do meu elevador se abriu, eu sai caminhando em direção a sala de Louis como se eu estivesse em uma imensa passarela.
— Senhorita Styles, eu vou avisar seu pai que a senhorita está aqui. — bufei ao ouvir a voz da secretária e me virei a vendo com o telefone já apoiado em sua orelha.
— Não ouse em falar nada! — tirei meu óculos a encarando — Desliga isso e fique na sua. Não preciso que ninguém avise que eu estou aqui. — ela apenas assentiu e desligou o telefone.
— Desculpe, senhorita.
Eu apenas revirei meus olhos colocando novamente meus óculos e voltando a caminhar para a sala de Louis. Assim que estava de frente para a porta, eu a abri vendo que o meu namorado não estava sozinho.
— (Seu nome)! — ele sorriu ao me ver e eu encarei a garota em pé a sua frente.
— Você. — falei apontando para a garota e ela me olhou — Saia!
— Me traga as cópias antes das cinco. — Louis disse com um sorriso no canto dos lábios.
— Sim senhor! — a garota respondeu e logo passou ao meu lado saindo da sala e então eu fechei a porta.
— Da próxima vez que ficar sozinho com uma garota, deixe a porta aberta. — caminhei até a o sofá no canto da sala onde deixei minha bolsa e óculos.
— Eu não acredito que está com ciúmes da garota do almoxarifado. — ele riu e eu caminhei até ele.
— Não é ciúmes... — coloquei meus braços em volta de seu pescoço e me sentei em seu colo — Estou apenas cuidando do que é meu. — sussurrei roçando meus lábios nos dele.
As mãos de Louis foram à minha cintura enquanto ele puxava meu lábio inferior com seus dentes e logo nossas línguas estavam à procura de dominância em um beijo cheio de luxúria e nada delicado. As mãos de Louis desceram para minha bunda por debaixo da saia que eu estava usando propositalmente sem calcinha.
— Você é mesmo uma safada... — ele sussurrou com seus lábios sobre o meu e eu apenas sorri me levantando para tirar a sua calça. — Não podemos demorar... Tenho uma reunião em quinze minutos.
— Mas que droga... — resmungo o vendo abaixar a calça e a cueca na altura de seus joelhos.
— Vem aqui... — ele riu me chamando e eu sentei novamente em seu colo — Em casa nós recompensamos.
Ele selou meus lábios levantando a minha blusa que eu o ajudei tirar, seus olhos focaram direto em meus seios quando percebeu que eu estava sem sutiã.
— Duplamente safada...
Ele sorriu e nós voltamos a nos beijar, suas mãos apertavam minha cintura e me ajudavam a rebolar em seu colo, eu já sentia o membro de Louis abaixo de mim e separei nossos lábios saindo se seu colo.
— Vamos logo com isso antes que você me deixe na mão por uma reunião chata.
Me virei de frente para sua mesa e derrubei tudo o que se encontrava sobre ela, nem seu celular escapou de ir ao chão.
— Cuidado ai, gostosa. — ele riu e deu um tapa estralado em minha bunda me fazendo dar um gritinho pelo ato.
— Vamos logo com isso. — me inclinei com as pernas abertas sobre a sua mesa e pude ouvi-lo abrir uma camisinha.
— Temos um pouco mais de cinco minutos...
Uma de suas mãos se posicionou em minha cintura e a outra apertou o meu seio ficando por ali mesmo, fechei meus olhos e sentir seu membro me penetrando de vez sem que eu pudesse evitar um gemido alto que escapou por entre meus lábios. As estocadas eram fortes e fundas e nós tentávamos conter nossos gemidos. A mão de Louis massageava meu seio enquanto a outra apertava fortemente minha cintura, o que deixaria marcas depois.
Eu apoiei meu rosto na mesa sentindo meu corpo ir para frente a cada estocada, mordi meu lábio e pude ouvir o barulho da porta sendo aberta.
— Filha...
Reconheci a voz do meu pai dentro da sala e Louis parou de se movimentar, mas não saiu de dentro de mim.
Eu nem ao menos levantei a cabeça para olhá-lo.
— Senhor Styles, eu posso explicar... — Louis disse em desespero e suas duas mãos agora se encontrava em minha cintura.
— Não há explicação para o que eu viu...
— Pai... — ao que levantei minha cabeça pude vê-lo de costas para nós e eu quase gargalhei.
— Você é adulta, (seu nome)... Pode fazer o que quiser com quem quiser, mas tinha que ser justo com o meu sócio?
— Ele é meu namorado! — e nós três ficamos em silêncio por alguns minutos.
— Não façam mais isso dentro da minha empresa... E Louis... Esteja no almoço de domingo lá em casa. — ele abriu a porta — Temos uma reunião agora. — e então ele saiu e fechou a porta.
— Vamos continuar, Louis... — senti seu membro saindo de mim e gemi em frustração.
— Não podemos continuar... Não depois de sermos pegos por seu pai. — me virei para o vendo subir suas calças — Você poderia ter trancado a porta. Com que cara eu vou olhar para ele agora?
— Isso não é o fim do mundo... — revirei os olhos me sentando em sua mesa — Não é como se ele não soubesse que eu faço sexo.
— Nós estávamos fazendo sexo na empresa dele, eu sou o sócio dele e ele me intimou para um almoço de domingo. — ele vestiu o seu paletó.
— Você está parecendo uma garotinha. — eu falei rindo e ele pegou minha blusa.
— Se veste que temos que ir... Eu tenho uma reunião e você vai para casa. — ele me entregou a blusa e eu a vestir saindo de sua mesa ido pegar minha bolsa.
— Ainda quero minha recompensa...
— Eu sei que sim. — antes que eu abrisse a porta, ele me puxou para um beijo rápido. — Até mais tarde!
— Estarei te esperando.
Deixei um selinho em seus lábios colocando meus óculos e saindo da sala em direção ao elevador, ao que eu olhei para trás Louis me olhava da porta e eu acenei em sua direção.
Agora as coisas subiram de nível, não temos mais o que esconder.
Infelizmente só não podemos mais transar na empresa, mas regras são feitas para serem quebradas.

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Imagine Liam Payne | A Cura Lésbica (Pedido/Parte 5)

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Pedido por: Jessica Moura 
Essa parte explica o porquê do título, para quem o acha ofensivo

O sol nasceu exibindo seus raios como se dissesse olá para todos, o céu estava azul e repleto de nuvens tornando a manhã ainda mais bela,
Liam e (seu nome) se encontravam abraçados na cama, a garota ainda dormia e Liam despertou por causa do raio de sol que ultrapassava a fresta da cortina e pegava diretamente em seu rosto. Com cuidado ele se levantou caminhando até o banheiro para fazer sua higiene.
Minutos depois quando saiu do banheiro, checou se (seu nome) continuava dormindo e após confirma que sim, ele se dirigiu até a cozinha começando a preparar o café da manhã para poder acordá-la quando tudo estivesse pronto.
Se passaram meia hora até que Liam estivesse novamente no quarto sentado ao lado do corpo adormecido da garota. Ele a observou dormir quase não tendo coragem de acordá-la, ela passou de leve a mão no cabelo completamente bagunçado da garota e beijou seu rosto.
— (Seu apelido)... Está na hora de acordar. — ele sussurrou próximo ao ouvido da garota não querendo assustá-la — (Seu apelido)... — ele deixou mais um beijo no rosto da garota acariciando seu cabelo.
(Seu nome) franziu o cenho ainda inconsciente pelo sono se mexendo enquanto resmungava, Liam sorriu achando a cena adorável.
—  Vamos lá, (seu apelido)... Eu já preparei nosso café. —  Liam disse em tom de voz normal e vu a garota abrindo os olhos depois de sorrir.
—  Bom dia... — ela sussurrou olhando o garoto e sorrindo enquanto se sentava na cama.
— Bom dia! — Liam sorriu deixando um selinho rápido sobre os lábios de (seu nome) — Como se sente?
— Maravilhosamente bem. — ela sorriu e passou as mãos em seu cabelo bagunçado —  Meu Deus... Eu devo estar horrível. — a garota sorriu e se deitou novamente escondendo o rosto no travesseiro.
— Você está adorável. — Liam riu baixo pelo ato da garota.
— Você só está sendo gentil.
— Não estou não... É a mais pura verdade. Agora levante ou vamos perder o café da manhã. — ele riu olhando o relógio vendo que já eram quase dez da manhã — Tem uma escova de dentes nova sobre a pia do banheiro, estarei te esperando na cozinha. — Liam disse se levantando e dando outro selinho na garota —  Não demore.
E assim Liam deixou o quarto e (seu nome) se dirigiu para o banheiro iniciando sua higiene.
...
— Amanhã eu passo para na sua casa para irmos juntos para a escola.
— Liam disse enquanto os dois estavam sentados à mesa da cozinha tomando o café da manhã que ele mesmo fez, (seu nome) estava impressionada com os dotes culinários do garoto, ela não esperava isso dele.
— Tudo bem... Algum horário específico? — ela perguntou o olhando e logo mordeu mais um pedaço da torrada coberta por geleia de morango.
— Eu te mando uma mensagem quando eu estiver saindo daqui. — a garota assentiu —  Vamos por entrar como um casal né?! Brianna já sabe, não temos nada a esconder.
Liam queria que eles pudessem agir como um casal na frente das outras pessoas, mas o papo de não nada a esconder foi um pouco demais já que tudo começou com ele escondendo uma coisa.
— Eu não sei se é uma boa ideia... Todos começaram a falar e eu também não quer a Brih pense que eu estou passando algo na cara dela.
—  Nós sabemos que você não está fazendo nada para vê-la mal... E sobre os outros podemos apenas ignorá-los, eles não são importantes. —  ele sorriu para que pudesse passar confiança.
— Tudo bem... Podemos entrar juntos no colégio — ela sorriu.
Depois de terminarem, Liam levou (seu nome) para casa e depois de vários beijos e amassos dentro do carro, ele finalmente a deixou ir.
...
Na manhã seguinte Liam cumpriu o combinado de ir buscar a garota para que pudessem ir juntos a escola, ele só quera poder ficar com ela e esquecer como tudo começou.
Derek e David já estavam sabendo que a aposta havia sido cumprida, de alguma forma eles já sabiam antes de Liam falar e ele ficou sem entender, mas quando questionou os amigos eles responderam que confiavam na capacidade dele.
(Seu nome) enteou no carro e eles se beijaram antes que Liam começasse a dirigir para a escola. durante o caminho eles conversaram sobre algumas coisas sem importância e sorriram um para o outro como um típico casal apaixonado.
A chegada na escola foi um pouco diferente, haviam varias pessoas amontoadas olhando algo na parede do pátio, talvez um cartaz. A cada lado havia um grupo de pessoas o burburinho entre elas era alto.
Liam e (seu nome) saíram do carro e caminharam de mãos dadas para dentro, seja o que fosse eles veriam depois e não entrariam no meio do monte de gente. Antes de entrar na escola eles foram notados pelas pessoas ali e de alguma forma o falatório ficou mais alto.
Ignorando toda aquela gente falando junto e a mistura de palavras os dois foram para o corredor de onde puderam ver Brianna indo na direção deles como uma bala.
—  Você é sujo! — foi o que ela disse antes de acertar um soco em cheio no olho do garoto. (Seu nome) cobriu a boca com a mão chocada pelo que aconteceu e Liam levou sua mão até seu olho que agora sentia uma dor horrível. Para uma garota, Brianna até que bate bem.
— Por que você fez isso, Brianna? — (seu nome) disse tirando a mão do Liam de seu olho para vê como estava, ela não esperava que Brianna fizesse isso quando os vissem juntos.
— Você ainda vai defendê-lo, depois de tudo que ele fez? — Brinna estava nervosa, era notável apenas pelo seu tom de voz agravado.
— Nós já conversamos aquele dia... Achei que estivesse tudo esclarecido. — (seu nome) disse tocando de leve no olho de Liam que resmungou de dor.
— Ele espalhou cartazes sujos pela escola... Está por toda a parte, você está assim por que ainda não viu.
— Eu o quê? —  Liam finalmente se pronunciou —  Eu não fiz nada!
— Quem mais estaria presente em uma hora daquelas? Você por que um lixo! — Brianna ameaçou agredir o garoto novamente e (seu nome) entrou na frente.
— Que tipo de cartazes? — (seu nome) perguntou, não entendia por que a garota estava tão rrtada por conta da cartazes.
— Veja você mesma, tire a provo de que eu estava certa sobre o seu namorado.
Brianna apontou para o corredor e (seu nome) caminhou até um cartaz que estava colado sobre seu armário, nele havia escrito "A cura Lésbica" em letras grandes e vermelhas tornando-se destaque, o cartaz era azul e tinha uma foto pouco visível por ter um efeito azul sobre ela, mas (seu nome) se identificou na foto. Era ela sentada sobre o colo de Liam na note passada, a noite em que fizeram sexo.
Os olhos da garota se encheram de lágrimas enquanto ela ainda olhava estaticamente o cartaz, ela não podia acreditar que tudo o que aconteceu foi premeditado por Liam, desde os bilhetes até a noite passada.
Tudo não passava de uma "cura" para ele.
Notando reação da garota, Liam andou até ela olhando para o mesmo cartaz e seus olhos se arregalaram, não havia sido ele que fez aquilo e sem mais espera ele arrancou o cartaz da parede.
— Uma cura... —  (seu nome) sussurrou em meio as lágrimas.
— Não (seu nome)! Isso não é verdade, não fui quem fez isso!
— COMO NÃO?! —  (seu nome) se virou para o garoto em meio a um choro desesperado — Você me usou... Me usou para uma coisa suja e desumana, não exste a porra de uma cura. NÃO EXISTE CURA PARA UMA COISA QUE NÃO É UMA DOENÇA.
—  Eu sei que não... eu não fiz esses cartazes. Não fui eu!
— Eu confiei em você, Liam... Eu não ouvi minha melhor amiga por sua causa. —  a garota negou com a cabeça — Bem feito para mim, eu mereci por ser uma estúpida.
— Não (seu nome)... Não diga isso. — Liam tentou se aproximar para segurar o rosto da garota em suas mãos.
— NÃO TOQUE EM MIM! EU TENHO NOJO DE VOCÊ!
E então a garota correu o mais rápido que pôde para fora da escola passando pelas pessoas que ainda falavam dela, sua cabeça estava em um nó, ela nunca havia sido tão humilhada em toda a sua vida.
Quando Liam estava prestes a r atrás da garota, Brianna segurou seu mbraço.
— Fique longe dela!
— Eu n-
— Você não percebe o mal que causou? Como acha que ela está se sentindo agora? — Brianna soltou o braço do garoto — Você não va piorar mais as coisas, eu posso te dar mais que um simples soco, idiota.
Brianna saiu deixando Liam perdido em seus pensamentos, se não havia sido ele, só há mais duas pessoas na lista de suspeitos.


 Mais uma parte... Terá outra :)Bye!

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Imagine Louis Tomlinson | Nosso Filho (Parte II)

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Uma semana se passou desde que Louis se derreteu completamente pela sua ex-namorada e mãe de seu futuro filho. Não havia outra coisa que passasse por sua cabeça, tudo agora parecia girar em torno da gestante e do bebê se formando dentro dela. Infelizmente, para Louis, não teve como ele visitá-la, não foi por falta de vontade porque se dependesse dele, eles estavam morando juntos e a Dani que se foda.
Toda a noite Louis chegava em casa com coisinhas para o bebês e cremes para gestantes, ele ia a lojas em seu horário de almoço e ocupava as atendentes com perguntas do que seria melhor para levar e quais as utilidades dos produtos. Tudo ficava organizado no quarto para que ele levasse no final de semana.
A pessoa menos feliz na história toda é a Danielle, o que já era de se esperar. As ligações de Louis e (seu nome) tem ficado cada vez mais frequentes e mas longas, o que a deixa com vontade de colocar fogo no Louis que faz questão de conversar com a biscate na frente dela, palavras da mesma. Todos os presentes comprados estavam expostos no quarto para quem quisesse ver e eles pareciam zombar da cara dela, o que a deixa ainda mais furiosa.
Louis pode não ter reparado, mas todas as conversas que tem tem tentado iniciar com a namorada é sobre seu filho e sua ex, esses são sempre assuntos que fazem os dois terminarem brigados.
É sexta feira, Danielle está cansada dessa semana e irritada por saber que está perto de Louis ir visitar (seu nome), em sua cabeça a ex de seu namorado esta apenas tramando para tê-lo de volta e como ele é burro o suficiente para acreditar que o filho é dele, está caindo como um patinho.
No fim da tarde Danielle se arrumou e saiu de casa, ela iria tirar satisfação com (seu nome), ela está disposta a fazer qualquer coisa para afastar a garota de seu namorado.
(Seu nome) estava voltando para casa, ela havia saído para comprar a vitamina que a doutora escreveu na receita, o dia estava lindo, principalmente depois que Louis ligou perguntando como ela e o bebê estavam e se precisavam de alguma coisa.
Saber que ele se impota enche seu coração.
Quando estava quase entrando dentro de sua casa, (seu nome) escutou alguém chamando o seu nome e assim que se virou pôde ver Danielle se aproximando.
— O que você está fazendo aqui?  (seu nome) perguntou, se Danielle estava ali para boa coisa que era.
—  Eu vim apenas para mandar você ficar longe do meu namorado, ele pode ter caído no seu joguinho, mas a mim você não me engana.
— Eu não estou perto do Louis, nós nos falamos por telefone, vamos ter um filho e ele ser seu namorado não significa que ele é sua propriedade.  a grávida rebateu.
— Não me faça perder a paciência. Você está louca por atenção e fica atrás de Louis, procure atenção em outro lugar, vadia.
— A única louca é você que saiu da sua casa para vir até a minha me ofender.
— Danielle? 
As garotas se viram para ver Louis se aproximando com sacolas em suas mãos , nenhuma das duas esperavam encontrá-lo ali.
— O que você está fazendo aqui, Louis? Por um acaso você e essa vadia estão tendo um caso?   Danielle encarou o namorado que parou ao lado de (seu nome).
—  Não a chame assim, Danielle. Você não tem motivo algum para isso.   Louis a repreendeu.
— Você é tão idiota que caiu nas garras de la rápido demais. O que você está ganhando com isso° Voltou a transar com essa biscate?
— Eu já disse para não chamá-la assim! Respeite a mãe do meu filho.  Louis falou um pouco mais alto e (seu nome) segurou ao seu braço em uma tentativa de acalmá-lo.
— Tire sua mão daí, vagabunda!   Danielle bateu sobre a mão da gestante.
— Se você fizer isso de novo, eu não vou responder por mim.  a voz de Louis saiu carregada de ameaça direcionada a sua namorada.
—  E vai fazer o quê? Me bater?   a garota desafiou.
— Calma, Lou... Não vale a pena.  (seu nome) disse baixo e Danielle riu debochada.
— Lou?! Você não está me enxergando aqui, vadia? Ou está fazendo de proposto para vê até quando minha paciência vai para eu não enfie a minha mão na sua cara?
— Louis... Vá para a sua casa e dê um jeito na sua namorada, não quero tê-la em frente a minha casa me xingando toda vez que eu chegar em casa.   por incrível que pareça, (seu nome) estava calma, ela sabe que se ficar nervosa sua pressão vai subir.
— Agora quer dar uma de boa moça, coitadinha dela.
— Olha Danielle... Louis e eu não temos mais nada, você deveria confiar mais no seu namorado. Você está tão insegura que veio até aqui passar vergonha me xingando.
Assim que (seu nome) terminou de falar a mão de Danielle se ergueu tomando rapidamente a direção do rosto da garota, o tapa em (seu nome) só foi evitado porque Louis foi mais rápido entrando na frente da mãe do seu filho recebendo o tapa estralado em seu pescoço.
— Eu juro que se você tentar algo assim contra ela novamente, eu vou agredir você.  Louis falou segurando fortemente o braço da namorada, isso já havia ido longe demais  Vá embora! Pegue suas coisas e suma da minha casa.
— Você está terminando comigo?
— O que você acha? Eu não quero uma louca como namorada, principalmente quando o meu filho nascer.
— POIS EU ESPERO QUE ELE MORRA!  Danielle gritou raivosa soltando-se das mãos de Louis e caminhando apressadamente na direção contraria dos dois.
Louis olhou a garota ir embora até que não pudesse vê-la mais, ele não acredita que ela disse aquilo, nunca esperaria algo assim dela e nem de ninguém.
Era apenas um bebê.
Louis saiu de seus pensamentos quando ouviu (seu nome) fungar atrás dele, ele sabia que ela estava chorando e então se virou a abraçando.
 Vai ficar tudo bem...  ele beijou a cabeça da garota que logo retribuiu o abraço.
 Você ouviu o que ela disse... E se ela tentar algo contra nosso filho?   a garota falou entre soluços deixando todo o medo evidente em seu tom de voz.
 Eu estarei aqui para protegê-los, não precisa ter medo.
(Seu nome) separou o abraço olhando nos olhos azuis de Louis, como ela quer que seu filho tenha os olhos parecidos.   
— Eu amo você ... mesmo que não sejamos mais namorados   (seu nome) confessou e Louis limpou delicadamente as lágrimas de seus rosto.
— Eu também amo você... Vocês na verdade.   ele sorriu deixando um beijo na testa da garota   E sobre não sermos mais namorados... Podemos dá um jeito nisso.
— Vamos com calma, tudo bem?! é muita coisa acontecendo junto, mas sabia que eu te amo.  ela sorriu fraco o abraçando novamente.
— Nos ainda vamos ser uma família.
Louis disse com toda a certeza que sentia seu coração, nada dá tão certo como ele e (seu nome) juntos.



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Imagine Louis Tomlinson | Nosso Filho (Parte I)

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Depois de muito tempo, um imagine com o Louis

 Eu estou há quase duas a espera de Louis sentada na recepção da clinica de ultrassonografia, eu havia ligado para ele ontem o lembrando que eu tinha uma ultrassom marcada para hoje e ele disse que viria para estar comigo quando descobríssemos o sexo do bebê.
Depois de pedir a doutora para atender as outras mulheres na minha frente, não havia mais ninguém que pudesse ser atendida antes de mim, tentei mais uma vez ligar para Louis e como das outras vezes ele não me atendeu, seu celular deve estar lotado de mensagens e ligações minhas.
Ao me ver entrar na sala a doutora me olhou franzindo o cenho como se algo estivesse errado, ela provavelmente queria saber onde estava o pai do meu filho que eu tanto esperava.
— Ele não veio? perguntou me vendo fechar e eu dei um sorriso sem graça.
— Não. suspirei não escondendo a minha frustração, me deitando na maca e levantando minha blusa moletom exibindo minha barriga salientemente notável.
— Eu sinto muito.
Nós ficamos em silêncio no inicio do procedimento e ela só falou coisas sobre a imagem desfocada do bebê no monitor a qual eu não entendia nada, apenas quando ela apontava com o dedo e me dizia que parte do meu filho se tratava. Ela me disse o sexo do bebê e me explicou algumas coisas, logo me liberando para ir para casa.
Depois de sair do consultório, pegar um táxi e entrar em casa, suspirei me sentando no sofá, eu iria tentar falar com o Louis mais uma vez e se ele não me atendesse eu desistiria. Quando depois do terceiro toque eu ouvi uma voz responder, eu poderia gritar de felicidade, mas era a Danielle.
— O que você quer com o Louis? Você não vê que está incomodando? Quando você ligar uma vez e ele não atender então insista!  Danielle falou tudo de uma vez antes que eu pudesse falar algo.
— Eu quero falar com o Louis. Passa para ele!  eu não fiz questão nenhuma de ser delicada, acho que se ela pudesse me jogaria debaixo do primeiro ônibus que passasse... Então não vou ser legal com uma pessoa dessa.
— Quem você acha que é para exibir algo? Louis te deixou queridinha, ele não quer saber de você.  pude ouvir sua risada e tive que me controlar para não xingá-la.
— Eu também não queria saber dele, mas infelizmente teremos um bebê e isso não é qualquer coisa.
— Você acha que eu não sei que isso não passa de um golpe? Você está fazendo isso para ter o Louis de volta, mas ele não gosta de você e não vai ser um monstrinho que fará ele gostar.  tudo bem me provocar e me caluniar, mas falar do meu filho que ainda não nasceu é demais.
— A única pessoa de má índole entre nós duas é você. Eu não tenho culpa se o Louis é um retardado e não vê quem você realmente é, vagamunda. Eu não permitirei que você chegue perto do meu filho, está ouvindo vadia?
...

Louis POV

Depois de passar a manhã inteira atrás de um remédio que a Dani me pediu para comprar e só encontrar depois de ir a quase dez farmácias, descobri que o tal remédio não existe. Eu fiquei irritado, mas ela me disse que havia errado o nome, tudo bem, todo mundo erra.
Entro em casa com a chave do carro na mão e vejo a Dani sentada no sofá de costas para mim segurando o meu celular próximo a sua orelha, ela havia atendido uma ligação que era para mim.
— Dani?
A chamei caminhando até ela que me olhou com cara de choro como se estivesse ouvindo uma coisa muito desagradável, seja quem foi que ligou não foi com boa intenção.
Ela me estendeu meu celular e eu o levei até minha orelha a tempo de ouvir a voz um pouco alterada de (seu nome).
— ...do meu filho, está ouvindo vadia?
—  Você me ligou para atingir minha namorada?
Perguntei indignado não acreditando que ela se prestou a esse papel.
— Ótimo que você apareceu, eu queria falar com você mesmo.
— Eu acho que te fiz uma pergunta. Se você queria falar comigo não precisava xingar minha namorada.  pude ouvi-la bufar do outro lado da linha.
— Ela foi desagradável em atacar o meu meu filho que ainda não nasceu, se ela estivesse na minha frente eu bateria com a cabeça dela na parede.
— Você abaixa a sua bola, minha namorada está chorando por sua causa e eu não deixarei que você trate ela desse jeito está entendendo?  falei enquanto olhava a Dani e posso jurar que vi um rápido sorrisinho brotar no canto de sua boca que logo foi desfeito.
— Ela atacou, a-ta-cou o nosso filho e você não diz nada? Que tipo de pai é você, Louis?
— Eu sou o tipo de pai que não tem certeza absoluta se vai mesmo ser pai.
Respondi rapidamente logo após suas perguntas. Eu realmente não sei se é o meu filho, só tem a palavra da (seu nome) que depois da conversa com a Dani, eu não sei se posso confiar.
Passamos uma tarde a falar sobre isso, tudo que a Dani me disse faz bastante sentido. Somente depois de dois meses que terminamos (seu nome) me procurou dizendo que estava grávida, nesses dois meses ela pode ter ficado com outra pessoa e agora estar jogando uma responsabilidade que não é minha para cima de mim.
Eu nunca duvidaria de (seu nome), mas o que a Dani disse faz sentido.
— Olha Louis... Eu tive uma manhã estressante esperando o homem que eu tenho certeza que é o pai do meu filho. Ele havia dito que estaria presente na ultrassom para salvar o sexo do bebê, mas ele sequer mandou uma mensagem ou disse que não poderia ir ignorando todas as mensagens e ligações que eu fiz. Eu o liguei novamente quando cheguei em casa e tive que ouvir do pai do meu filho que eu posso ser uma vadia que engravida de um mas diz que é de outro. Eu não preciso disso.
Sua voz mudou no meio de tudo o que falou, eu sei que ela está chorando e a confirmação veio um pouco depois ao que ouvi uma fungada.
— Me desculpe, (seu nome)...
Falo baixo arrependido e Danielle me olhou imediatamente não acreditando. A verdade é que eu não aguento saber que ainda faço a (seu nome) chorar, mesmo que não estejamos mais juntos.
— Eu não estou exigindo nada muito difícil, na verdade eu não estou exigindo nada, Louis. Eu não quero nada para mim, não estou insistindo nisso porque te quero de volta, eu estou insistindo pelo meu filho. Eu poderia sumir e criá-lo sozinha, mas eu não quero fazer isso com ele, Louis... Eu não quero meu filho sofra sem um pai.
— Não chore, (seu apelido). Me desculpe por não ter ido, mas eu estava ocupado com uma coisa fútil que me fez esquecer isso não vai se repetir.
Vi a Danielle sair da sala em direção a cozinha. Eu posso até parecer um canalha, mas eu não estou ligando muito para ela nesse momento.
 Não precisa se desculpar, só peço que não deixe isso se tonar um hábito para que você não se acostume a fazer isso quando o nosso filho estiver maior e precisando de você.
— Não deixarei... Serei o melhor pai que o nosso filho poderia ter.
Sorri somente em pensar em minha família. Eu, meu filho e... (Seu nome). Espera... Minha namorada é a Dani.
—  Estamos nos referindo a nosso filho no masculino... É um menino?  pergunto ansioso e com um e com um sorriso largo, sempre quis ter um filho para ensiná-lo futebol.
— Sim... É um menino.
— Você não poderia me fazer mais feliz!
Digo animado sem medir minhas palavras, mas não me importo muito em consertar o que eu disse, mesmo tendo a Dani me fuzilando com o olhar parada na porta da cozinha.
— Você que o colocou aqui... É um pouco culpa sua.  ela deixou uma risada baixa escapar me fazendo sorrir mais ainda, não é algo posso controlar só acontece.
Toda desconfiança de antes se extinguiu, eu só poderia estar muito maluco em não acreditar na mulher que quase chegou a ser minha noiva. Não sei direito por que terminamos, nos dávamos tão bem juntos.
— Eu preciso desligar... Estou com um pouco de sono.  ela falou e eu quase que deixei um "Ah não" escapar da minha boca.
— Tudo bem... Fique bem, você e o nosso filho.
—  Vamos ficar. Tchau.
E a ligação foi encerrada.
— O que foi isso?
Danielle perguntou assim que eu coloquei o celular sobre a mesinha e comecei a caminhar em direção ao quarto.
— Meu filho será um menino.
Digo simplesmente com um sorriso no rosto e vou para o meu quarto a deixando boquiaberta e me deito feliz.


Espero que gostem :)
Beijos.